Aluguel ou consórcio: quando parar de pagar o imóvel de outra pessoa
O aluguel resolve o hoje. O consórcio constrói o amanhã. Veja como combinar os dois sem apertar o orçamento.

Pagar aluguel não é jogar dinheiro fora: é pagar por moradia. O problema é quando o aluguel vira o único plano, ano após ano, sem nenhum patrimônio sendo construído em paralelo.
A conta de dez anos
Quem paga R$ 2.500 de aluguel por dez anos entrega cerca de R$ 300 mil ao proprietário, sem contar reajustes. Se parte desse esforço fosse direcionada a uma carta de crédito, ao final do período haveria um imóvel no seu nome.
Como combinar aluguel e consórcio
- Mantenha a moradia atual enquanto o plano avança.
- Escolha uma parcela que caiba sem sacrificar a reserva de emergência.
- Planos com parcela reduzida até a contemplação aliviam o período em que você ainda paga aluguel.
- Após a contemplação, a parcela do consórcio passa a substituir o aluguel.
O aluguel paga o teto de hoje. O consórcio paga o teto que vai ser seu.
FGTS e lance
No consórcio de imóvel, o FGTS pode ser usado para ofertar lance, amortizar o saldo ou quitar a carta, desde que você cumpra as regras do Sistema Financeiro da Habitação (imóvel residencial urbano, sem outro imóvel na mesma cidade, entre outras).
Não existe pressa nem promessa de data: existe método. Quem começa antes chega antes.



